sábado, 21 de fevereiro de 2015

Sonho

Dois dias, esse era o tempo que os dois podiam desfrutar um do outro, provar o sabor da carne era questão de tempo e alguns copos de vinhos. Antes de ir embora Morgana sugeriu a ele que conhecesse sua família, inicialmente por seu gato Frederick, estava um pouco tarde e observou por um tempo o relógio de parede que marcava pontualmente 08h33min da noite, ela sabia que naquela noite iria fazer amor com ele novamente, mas dessa vez queria algo melhor do que na noite anterior, algo mais intenso e perigoso, nesse momento Marcos aparece na sala.

- Oi Morgana.

- Olá Marcos.

O rapaz se aproximou e sentou perto dela, guiou as mãos sobre as coxas e olhava para a TV desligada. Morgana estava ali em pé e não sabia como ia pedir aquilo para ele, mesmo já tendo uma intimidade para ter uma conversa normal e até mais vulgar. Marcos olhou um tempinho para ela e agarrou as coxas da moça, esfregando os dedos com gentileza no tecido da calça, Morgana aproveitou o momento e sentou no colo dele e o abraçou dizendo.

- Amor, quero mais intenso.

- O quê?

- A nossa relação, você sabe. – Marcos ficara mais pensativo e dando ares que estava confuso. A moça o beijou na boca e olhou profundamente nos olhos dele, de imediato ele entendeu e respondeu com outro beijo, este mordendo seus lábios inferiores, ao término ainda dava para sentir o sabor, mas de uma maneira inexplicável Morgana se lembrou de uma coisa.

- Marcos, quero que você conheça meu gatinho.

- Tudo bem. Mas quero conhecê-lo com uma condição.

A jovem moça ficou surpresa, não imaginava que ele iria reagir desse jeito, mesmo assim concordou.

- Fale.

- Que a nossa relação se intensifique agora.

Marcos a derrubou no sofá fazendo Morgana cair bruscamente sobre o móvel e ali mesmo ficava beijando sua boca, seu rosto e seu pescoço várias vezes, Morgana surpresa ficou espantada, até não desejava aquilo naquele momento, porém admitia que estivesse ficando delicioso, ser beijada pelos lábios dele era como se fosse ser drenada, seu corpo esvaía de sensações, Marcos montava nela como se fosse tê-la naquele momento, ele ficou entre as coxas da moça e ainda estava de calça mas sem a camisa, Morgana por extinto segurava no peito de rapaz, queria forçar ele a parar mas aquilo estava ficando cada vez melhor, ela estava de vestido porém sem calcinha, o que gerou completamente a desistência dela quando Marcos encaixou o membro duro dele da calça no ventre da moça, o rapaz ainda permanecia beijando, misturando beijos em diversos locais de sua pele, a razão de Morgana ganhava sobre a emoção, que agora dava os primeiros gemidos depois de ser massacrada por beijos concretos e cheios de desejo carnais do seu companheiro.

De uma forma estranha Morgana sabia que estava sendo amada por aquele cara, os lábios dele massageava cada vez mais a sua boca e a excitação, o beijo tornou-se mais agressivo, ela colocou a língua e ele abraçou com sua boca, era um beijo molhado e ao mesmo tempo quente, a mão de Morgana agarrava com força as costas de Marcos, as marcas das unhas eram intensas e cravavam na pele como se quisesse prendê-lo a elas. Marcos só sentia a tortura erótica daquela situação e bruscamente ainda se abraçando em você, aproveitando que as pernas da moça estavam encaixadas em seu tórax, ele se levantou com ela agarrada e a levou até a mesa de jantar e pôs ela  ali. Morgana o olhava com devoção e ele apalpava todo o seu corpo, fazia uma pequena massagem em sua barriga ainda com o vestido, seus seios se destacavam e logo as mãos dele foi à busca daqueles volumes  apertando-os... Segurando seu seio enquanto a outra mão entrava por baixo do seu vestido e encontrando sua vagina sem proteção, já brincava de um entra e sai delicioso, Morgana logo se contorceu movendo as pernas, mas Marcos apertava seus peitos ainda mais, mas a ação durou alguns 10 segundos, ela se recuperava do prazer que lhe foi dado e quando olhou para Marcos não o encontrou mais a vista na cozinha, confusa seus pensamentos foram logo cortados quando ela sentiu uma dor pra lá de prazerosa, uma mordida na buçeta fora dado, o corpo da moça voltou ao espasmo e agora ela via a cabeça dele por baixo do vestido, entre suas coxas, Morgana tentou ficar calma, mas logo a língua do rapaz percorria toda a sua vagina iniciando um processo de vários beijos e mordidas naquele local, a sensação era de loucura, estando ali naquela mesa lembrava a ela de estar numa sala de cirurgia, onde o médico estava tratando muito bem aquela parte tão intima e importante do corpo dela, ou até ela se lembrou de ser o jantar preferido de Marcos.

- Ah isso Marcos, me devore, me consuma, me abuse.

Logo a boca dele tentava cobrir toda sua vagina, pressionando contra seu próprio corpo, Morgana tentava agarrar os cabelos dele, mas o vestido impedia, ela tentava trazer a peça de roupa mais para cima e finalmente viu o que ele estava fazendo, toda sua boca era um instrumento prazeroso a satisfazê-la, toda vez quando os lábios da boca dele tocavam em sua parte íntima todo o sistema nervoso dava um colapso de prazer, ela agarrou fortemente nos cabelos do rapaz e envolveu as coxas entre o pescoço dele, quase o sufocando.

- Me coma, com essa boca deliciosa.  – Sentiu mais uma dentada violenta naquela vagina que já estava pra lá de vermelha com a tortura que vinha recebendo. As dores eram tão intensas quanto prazerosas, após uma sensação de mordidas logo vinham os beijos e as lambidas, a carne de sua vagina úmida era presa fácil, prendia-a com meus dentes e puxava com uma pequena gentileza, mas logo parei de torturá-la e meus caninos arranhavam sua virilha, percorrendo a pele de sua coxa esquerda, um vampiro com sede de gozo.

Dor, sensação, prazer, tortura, sexo, a boca de Marcos, tudo isso passava pela embaralhada mente da jovem moça, mas tudo isso foi interrompido subitamente pelo único barulho que de maneira nenhuma ninguém gosta de ouvir, alguém batia na porta.

- Nossa quem será?! – Morgana exclamou.

A porta foi se abrindo emitindo um som sinistro devido àquela situação, o casal tinha deixado a porta aberta e provavelmente já eram nove da noite, o tempo correu. Tão logo os dois se ajeitaram, Marcos foi para debaixo da mesa de jantar enquanto que Morgana ainda estava de vestido apenas se sentou perante a mesa, foi tudo tão rápido e logo ela mandou entrar. Porém não se ouvia mais batidas, se levantou e foi até a sala abriu a porta e não tinha ninguém, voltando para a cozinha ela se agachou e levantou o pano da mesa, mas também não tinha ninguém lá, Marcos estava sumido, ou melhor, jamais estivera ali.


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