Dois dias, esse era o tempo que os dois podiam desfrutar um
do outro, provar o sabor da carne era questão de tempo e alguns copos de
vinhos. Antes de ir embora Morgana sugeriu a ele que conhecesse sua família, inicialmente
por seu gato Frederick, estava um pouco tarde e observou por um tempo o relógio
de parede que marcava pontualmente 08h33min da noite, ela sabia que naquela
noite iria fazer amor com ele novamente, mas dessa vez queria algo melhor do
que na noite anterior, algo mais intenso e perigoso, nesse momento Marcos
aparece na sala.
- Oi Morgana.
- Olá Marcos.
O rapaz se aproximou e sentou perto dela, guiou as mãos
sobre as coxas e olhava para a TV desligada. Morgana estava ali em pé e não
sabia como ia pedir aquilo para ele, mesmo já tendo uma intimidade para ter uma
conversa normal e até mais vulgar. Marcos olhou um tempinho para ela e agarrou as
coxas da moça, esfregando os dedos com gentileza no tecido da calça, Morgana
aproveitou o momento e sentou no colo dele e o abraçou dizendo.
- Amor, quero mais intenso.
- O quê?
- A nossa relação, você sabe. – Marcos ficara mais pensativo
e dando ares que estava confuso. A moça o beijou na boca e olhou profundamente
nos olhos dele, de imediato ele entendeu e respondeu com outro beijo, este
mordendo seus lábios inferiores, ao término ainda dava para sentir o sabor, mas
de uma maneira inexplicável Morgana se lembrou de uma coisa.
- Marcos, quero que você conheça meu gatinho.
- Tudo bem. Mas quero conhecê-lo com uma condição.
A jovem moça ficou surpresa, não imaginava que ele iria
reagir desse jeito, mesmo assim concordou.
- Fale.
- Que a nossa relação se intensifique agora.
Marcos a derrubou no sofá fazendo Morgana cair bruscamente
sobre o móvel e ali mesmo ficava beijando sua boca, seu rosto e seu pescoço
várias vezes, Morgana surpresa ficou espantada, até não desejava aquilo naquele
momento, porém admitia que estivesse ficando delicioso, ser beijada pelos
lábios dele era como se fosse ser drenada, seu corpo esvaía de sensações,
Marcos montava nela como se fosse tê-la naquele momento, ele ficou entre as
coxas da moça e ainda estava de calça mas sem a camisa, Morgana por extinto
segurava no peito de rapaz, queria forçar ele a parar mas aquilo estava ficando
cada vez melhor, ela estava de vestido porém sem calcinha, o que gerou
completamente a desistência dela quando Marcos encaixou o membro duro dele da
calça no ventre da moça, o rapaz ainda permanecia beijando, misturando beijos
em diversos locais de sua pele, a razão de Morgana ganhava sobre a emoção, que
agora dava os primeiros gemidos depois de ser massacrada por beijos concretos e
cheios de desejo carnais do seu companheiro.
De uma forma estranha Morgana sabia que estava sendo amada
por aquele cara, os lábios dele massageava cada vez mais a sua boca e a excitação,
o beijo tornou-se mais agressivo, ela colocou a língua e ele abraçou com sua
boca, era um beijo molhado e ao mesmo tempo quente, a mão de Morgana agarrava
com força as costas de Marcos, as marcas das unhas eram intensas e cravavam na
pele como se quisesse prendê-lo a elas. Marcos só sentia a tortura erótica
daquela situação e bruscamente ainda se abraçando em você, aproveitando que as
pernas da moça estavam encaixadas em seu tórax, ele se levantou com ela
agarrada e a levou até a mesa de jantar e pôs ela ali. Morgana o olhava com devoção e ele
apalpava todo o seu corpo, fazia uma pequena massagem em sua barriga ainda com
o vestido, seus seios se destacavam e logo as mãos dele foi à busca daqueles
volumes apertando-os... Segurando seu
seio enquanto a outra mão entrava por baixo do seu vestido e encontrando sua
vagina sem proteção, já brincava de um entra e sai delicioso, Morgana logo se
contorceu movendo as pernas, mas Marcos apertava seus peitos ainda mais, mas a
ação durou alguns 10 segundos, ela se recuperava do prazer que lhe foi dado e
quando olhou para Marcos não o encontrou mais a vista na cozinha, confusa seus
pensamentos foram logo cortados quando ela sentiu uma dor pra lá de prazerosa,
uma mordida na buçeta fora dado, o corpo da moça voltou ao espasmo e agora ela
via a cabeça dele por baixo do vestido, entre suas coxas, Morgana tentou ficar
calma, mas logo a língua do rapaz percorria toda a sua vagina iniciando um
processo de vários beijos e mordidas naquele local, a sensação era de loucura,
estando ali naquela mesa lembrava a ela de estar numa sala de cirurgia, onde o
médico estava tratando muito bem aquela parte tão intima e importante do corpo
dela, ou até ela se lembrou de ser o jantar preferido de Marcos.
- Ah isso Marcos, me devore, me consuma, me abuse.
Logo a boca dele tentava cobrir toda sua vagina,
pressionando contra seu próprio corpo, Morgana tentava agarrar os cabelos dele,
mas o vestido impedia, ela tentava trazer a peça de roupa mais para cima e
finalmente viu o que ele estava fazendo, toda sua boca era um instrumento
prazeroso a satisfazê-la, toda vez quando os lábios da boca dele tocavam em sua
parte íntima todo o sistema nervoso dava um colapso de prazer, ela agarrou
fortemente nos cabelos do rapaz e envolveu as coxas entre o pescoço dele, quase
o sufocando.
- Me coma, com essa boca deliciosa. – Sentiu mais uma dentada violenta naquela
vagina que já estava pra lá de vermelha com a tortura que vinha recebendo. As
dores eram tão intensas quanto prazerosas, após uma sensação de mordidas logo
vinham os beijos e as lambidas, a carne de sua vagina úmida era presa fácil,
prendia-a com meus dentes e puxava com uma pequena gentileza, mas logo parei de
torturá-la e meus caninos arranhavam sua virilha, percorrendo a pele de sua
coxa esquerda, um vampiro com sede de gozo.
Dor, sensação, prazer, tortura, sexo, a boca de Marcos, tudo
isso passava pela embaralhada mente da jovem moça, mas tudo isso foi
interrompido subitamente pelo único barulho que de maneira nenhuma ninguém
gosta de ouvir, alguém batia na porta.
- Nossa quem será?! – Morgana exclamou.
A porta foi se abrindo emitindo um som sinistro devido àquela
situação, o casal tinha deixado a porta aberta e provavelmente já eram nove da
noite, o tempo correu. Tão logo os dois se ajeitaram, Marcos foi para debaixo
da mesa de jantar enquanto que Morgana ainda estava de vestido apenas se sentou
perante a mesa, foi tudo tão rápido e logo ela mandou entrar. Porém não se
ouvia mais batidas, se levantou e foi até a sala abriu a porta e não tinha ninguém,
voltando para a cozinha ela se agachou e levantou o pano da mesa, mas também
não tinha ninguém lá, Marcos estava sumido, ou melhor, jamais estivera ali.
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